Do you believe in life after love?



 Eu ando recebendo alertas:


“Cuidado pra não se apaixonar por ele!”
“Se vocês continuarem assim, você vai acabar se apaixonando...”

Há também as indagações:

“Será que você não está apaixonada por ele?”
“Você acha que vai se apaixonar por ele?”








Quem é ele?

Eles são homens que me tocam, e cada um a seu modo, me fazem bem.

Eu não entendo o alerta... Pelo que eu me lembre, estar apaixonada é tão bom!

Ou talvez eu entenda sim... “Porque o amor é a coisa mais triste, quando se desfaz...”
Disso eu me lembro, mais vividamente do que da paixão.

O quanto doeu, o quanto me feriu, marcou, magoou, enojou e fez desacreditar... sim, lembro-me bem.


Mas, acredite se quiser, eu queria me apaixonar outra vez, daquele jeito. Creio não ser mais capaz... Mesmo querendo acreditar que “O amor junta os pedaços quando um coração se quebra, mesmo que seja de aço, mesmo que seja de pedra”...

Mas, ainda sobre os alertas... Independentemente das peculiaridades de cada caso...

Por que alertas pra se proteger do amor, da paixão?




Eu digo que é porque fizeram do amor romântico (aquele que forma casais apaixonados, está nas novelas e terminam em casamento) uma coisa tão perigosa, com potencial tóxico e destrutivo tão grande que as pessoas morrem de medo deles... Mesmo assim, quando envoltos em um, assumem o perfil engessado e potencialmente tóxico... Vai entender.

Eu não estou dizendo que é fácil, não é. Eu sei, sei bem, que não é. 

Nada disso... Se afogar no padrão ou tentar manter o nariz fora dele, tentando puxar o ar da diversidade de relações, é tudo muito hard!

Tudo isso pra dizer que: Eu acredito no amor, apesar de.






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