Por que ainda falo com ele?

Ora, vejamos...

Antes de qualquer coisa, ele é uma figura quase mitológica e a curiosidade de conhecer um mito é muito normal.

Eu diria que tudo começou porque eu tinha uma colher e ele estava me dando sopa (Putz!).

Agora... Por que segue continuando é mais difícil de dizer...

É claro que nos damos bem em vários aspectos e tem uns aspectos que “NOSSA SENHORA”, uma junção de fome com vontade de comer que é brincadeira. (ui ui ui )

Mas há também uma coisa que eu não sei explicar...

É fácil estar junto dele...

É bom...

É confortável...

É altamente instrutivo...

Sei lá...

Também devo dizer que ele enche a minha bola e não há quem não goste disso. (Umas pessoas mais que outras e eu sou das que gosta mais ^^ )

Tem horas que ele viaja e fala coisas sobre mim que nem eu mesma sei (?) e fala também de assuntos dos quais eu jamais ouvi falar...

No mais, esse homem tem uma fama (má fama) que o precede. Há quem diga que ele é um Bad Guy... Será?

Eu não consigo dizer isso... Mas que ele tem um “Q” de vilão, de lobo mau...

AAAhhhhh, isso ele tem!!!

E a mocinha que há em mim simplesmente não pode resistir.

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Ele era o primeiro nome na minha agenda telefônica

Não sei onde nos conhecemos. Quer dizer, até sei, nas não quero contar. Me deixem com esses detalhes capciosos resguardados. rs
Lembro bem do nosso primeiro encontro. Eu, segundo período da faculdade, 19 anos, meio perdida, "santinha". Ele, diretor executivo de uma empresa, 33 anos, bem sabidinho. Começava ali um relacionamento que até hoje não sei descrever muito bem. [Ou será que sei mas, novamente, não quero contar? rs ]
Desde esse primeiro encontro, nos víamos eventualmente. Uma ou duas vezes por mês, alguns papos no msn, telefone, nada mais. Minha preocupação em iniciar o-que-quer-que-fosse-aquilo com um cara totalmente desconhecido e fora dos meus padrões [Já falei que além de velho ele era feio? Pois era.. rs] tinha um único motivo: aprender com ele pra usar com os outros. Cafajeste isso, senhores? Me perdoem, eu era só uma menina. haha
Pois bem, 6 meses se passaram nessa pisadinha, como diz o cantor de forró, até que eu "precisei" viajar. Um mês fora, viajando o nordeste de moto. Claro que eu não ia perder. Aviso pro dito cujo que estou indo curtir a vibe "cabelos ao vento", somente por desencargo de consciência. E vamos que vamos.
Durante a viagem nos falamos algumas vezes e em todas elas o cidadão se convidava a ir me buscar de avião, dizendo estar com saudades e toda aquela conversa pra boi dormir. Prometi [depois de muita insistência dele] que nos falaríamos tão logo eu voltasse. Assim fiz.
Voltei ao mundo real e liguei pra ele uns dois dias depois, já descansada. Todo empolgado, ele prometeu me ver naquele dia, o que não pode acontecer já que a aula dele acabaria muito tarde. Pedi que ele deixasse, então, pra outro dia. [Detalhe: Mesmo assim ele insistiu pra nos vermos naquele dia, eu quem protelei.]
Dia seguinte, pouco antes da hora marcada com ele, as meninas me chamam pra tomar alguma coisa. Prontamente aceito, e peço um minuto pra avisar ao fulano que me encontre no bar. Ele nao atende. Sigo com as meninas e lá tento outro contato. Nada.
Um bolo, senhores. Eu tava tomando um fora. No auge do meu amor próprio, desliguei o celular e nunca mais fiz contato com o dito-cujo.
Cerca de 1 ano depois, bem mais espertinha, decido cutucar a onça. Como se nada tivesse acontecido, desbloqueei ele no messenger. O cidadão, claro, solicito diante de uma marmita [embrulha pra comer quando dá vontade, sacou o trocadilho?], me convidou pra sair. Eu aceitei. Marcamos entao às 20 horas daquele dia. Exatamente nesse horário ele me liga. Eu não atendo. Ele espera mais uns minutos e me liga novamente. Eu não atendo. Ele me exclui do msn e orkut.
E eu dou risada de alguém que achou que ia me dar um bolo e sair ileso.


Menina Má.

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Coisas que eu sei...


Pra dizer que eu descobri uma coisa... Uma coisa que eu já tinha ouvido mil vezes... E que até imaginava ser triste, mas não sabia o quanto... É assim:
“Estar sozinho é quando no meio de um milhão de pessoas sentir falta de apenas uma”
É muito punk isso... Ainda mais porque você não tinha viajado... Você não queria me ver...


E então eu senti um silêncio interior horrível... Quando eu olhava dentro de mim eu via um silêncio pesado... Desses que querer estourar os tímpanos... Como uma pressão de alguma coisa que vai fazer muito barulho e não consegue...
E como criança eu fugia como se fosse um pesadelo... Desses recorrentes... E como se fosse um sonho mal eu não podia contar pra ninguém, pra não se realizar...
Mas eu sabia que estava sozinha... E me dava uma vontade de fugir... Mas mesmo ao me imaginar na Conchinchina eu sentia o mesmo silêncio e pensava: Ela não vai me escrever.

A Conchinchina não resolveria ...

Ainda bem que você voltou...


Quem tem um amigo, mesmo que um só, não importa onde se encontre, jamais sofrerá de solidão; poderá morrer de saudade... Mas não estará só!"
Amyr Klink

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- Você ainda tem alguma dúvida, colega?

-Ele é punk!
Foi meu primeiro pensamento ao ver o loirinho chegando ao nosso grupo. Era noite, estávamos no meio de uma viagem e as conversas tomavam conta do ônibus, para passar o tempo mais rápido. Já havia reparado no cara, mas nada que me fizesse "Ó, nossa, que maravilha". Não antes do momento em que ele resolveu participar da discussão. Gente, além de super pegável o cara ainda era inteligente e muito bem articulado! Não posso com uma coisa dessas, né mesmo?
Começava ali a caçada. [Pera, não foi bem assim, vai... fui de levis! Prossigam...]
Olhar daqui, sorriso dali, cumprimento acolá. Já no acampamento passamos a nos falar mais vezes, às vezes saíamos pra tomar algumas cervejas, jogar papo fora e eu, claro, preparando terreno.
Um belo dia eis que o punk-tatuado-vegetariano me chama pra conhecer o centro histórico da cidade maravilhosa. Juntamos um grupo e lá vamos nós pra uma noite junkie super divertida.
Lá pras tantas o garoto começou a me parecer mais disponível [Claro, depois de uma noite de álcool todo mundo fica fácil, né mesmo?], sempre com uma resposta no mínimo ''convidativa'' pros meus comentários. É chegada a hora, né não, caros leitores? Pois bem, na volta pro acampamento, o senhor-punk e a garotinha-mpb foram conhecer a sala de reuniões e o resto vocês podem inferir. Voltando a Recife, ainda nos vimos uma vez, quando ele tocou com sua banda, e outra num breve encontro na Universidade. Desde então, pouco contato por MSN. Passei um tempao planejando outros encontros, mas depois percebi que saber esperar é um dom.

Gastei o tempo de vocês com essa história pq acabo de conhecer um punk. Coincidentemente, baixista da banda do loirinho. Ele me chamou pra sair e meu instinto sacana não me deixa aceitar o convite sem pensar: ''opaaaa, assim posso rever o outro''.

[Ai ai... aqueles rabiscos na pele. ]


Menina Má

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