Quando...

Quando a nossa sequerência se combina, eu tô pra experimentar coisa mais deliciosa.
Quando a gente tem que conversar, eu tô pra ouvir conversa mais singular.
Quando a gente se estranha, tô pra ver coisa mais cinza.
Quando a gente se alimenta, do outro ou de cuzcuz, eu tô pra conhecer maior apetite.
Quando a gente não se vê tô pra vivenciar uma saudade mais gostosa que essa.
Quando a gente se olha, e se entende pelo olhar, eu tô pra achar comunicação mais eficiente.
Quando ele me desafia, eu tô pra encontrar quem me dê mais coragem.
Quando ele me diz coisas que só ele mesmo é capaz de elaborar dentro daquela cabeça cheia de ideias, tô pra encarar maior desafio mental.

Experimentar, ouvir, ver, conhecer, vivenciar, achar, encontrar, encarar... São alguns dos nossos verbos.

Ele é, ele está. Não sei como chegou, não sei como permanece, não sei quando se vai...


Porque não importa muito... 

O que importa é que "esse amor não vai me levar a lugar nenhum! Ele é perfeito, é todo feito de hoje." (Zack Magiezi)



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Quase dois anos depois...



Naquela noite, no meu quarto, na minha cama, em mim... Ele já adormecido e eu olhando tudo o que existia... O meu quarto era o mundo inteiro e eu estava inteiramente lá. No quarto e em mim.

Percebi que estava inteira.

 Corri e me olhei no espelho e finalmente eu estava lá, toda lá. Chorei de emoção, era nosso reencontro.

 Tomei a última cerveja , ouvi um dos meus CDs preferidos e fui dormir comigo, pela primeira vez, depois de muito tempo.


E de quebra ainda acordei com ele, um bônus depois de um reencontro tão bonito eu ainda tive beijos matinais com gosto de sono e preguiça.

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Do you believe in life after love?



 Eu ando recebendo alertas:


“Cuidado pra não se apaixonar por ele!”
“Se vocês continuarem assim, você vai acabar se apaixonando...”

Há também as indagações:

“Será que você não está apaixonada por ele?”
“Você acha que vai se apaixonar por ele?”








Quem é ele?

Eles são homens que me tocam, e cada um a seu modo, me fazem bem.

Eu não entendo o alerta... Pelo que eu me lembre, estar apaixonada é tão bom!

Ou talvez eu entenda sim... “Porque o amor é a coisa mais triste, quando se desfaz...”
Disso eu me lembro, mais vividamente do que da paixão.

O quanto doeu, o quanto me feriu, marcou, magoou, enojou e fez desacreditar... sim, lembro-me bem.


Mas, acredite se quiser, eu queria me apaixonar outra vez, daquele jeito. Creio não ser mais capaz... Mesmo querendo acreditar que “O amor junta os pedaços quando um coração se quebra, mesmo que seja de aço, mesmo que seja de pedra”...

Mas, ainda sobre os alertas... Independentemente das peculiaridades de cada caso...

Por que alertas pra se proteger do amor, da paixão?




Eu digo que é porque fizeram do amor romântico (aquele que forma casais apaixonados, está nas novelas e terminam em casamento) uma coisa tão perigosa, com potencial tóxico e destrutivo tão grande que as pessoas morrem de medo deles... Mesmo assim, quando envoltos em um, assumem o perfil engessado e potencialmente tóxico... Vai entender.

Eu não estou dizendo que é fácil, não é. Eu sei, sei bem, que não é. 

Nada disso... Se afogar no padrão ou tentar manter o nariz fora dele, tentando puxar o ar da diversidade de relações, é tudo muito hard!

Tudo isso pra dizer que: Eu acredito no amor, apesar de.






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Pq?

Porque eu não posso amar você.

Por que eu não posso amar você?

E por você? Por que eu não posso ser apaixonada?

E você aí? Por que não podemos passar a noite juntos?

Amizade? Sim!

Prazer? Sim!

Desejo? Sim!

Intimidade? Sim!

Aventura? Sim!

Praticidade? Sim!

Interesse? Sim!

Carinho? Sim!

Tesão? Sim!

Crescimento? Sim!

Cuidado? Sim!

Risada? Sim!

Conversa? Sim!

Amor? Por que não?





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I'm back to the game!






Sabe quando seu coração quebra em vários pedaços? E você pensa que nunca mais será capaz de se sentir amada novamente, muito menos amar?

Sabe quando sua auto-estima vai pras cucuias e você, por mais que suas amigas digam que você é linda, se sente o cocô do cavalo do bandido?

Era assim que eu me sentia. Tentava manter a mente quieta, a espinha ereta e o coração tranqüilo, mas tinha dias complicados.

Mas o tempo, esse danado, ele passa.

Ainda assim o processo de cura é longo e aí que entram essas duas personagens em especial... Existiram outras, mas essas duas pessoas, esses dois boys, cada um na sua, mas com alguma coisa em comum, reacenderam a faísca do meu fogo interno... Provavelmente terão sempre um espaço morninho nas minhas lembranças.

Um chegou com a juventude, a empolgação, a urgência, o imediatismo... Tudo muito rápido, tudo muito gostoso, mas quase que sem tempo de processar.
Mas no fim das contas, aconteceu o mais importante para aquele momento: Eu era desejável, eu era desejada.

Depois dessa revelação todos os caminhos, olhares e sorrisos estavam aí de novo... prontos pra acontecerem e serem correspondidos... ou não. O que importava era que eu tava na pista, eu voltava pra dança.

O outro despertou meu interesse, o meu olhar.

Esse chegou com mistério, perfume, entrelinhas, duplo sentido, convites e desejo... esse levou tempo pra encontrar cara a cara e beijo a beijo... Esse fez uma respiração boca a boca na minha emoção. Ele despertou em mim um ardor que me movimentou pelas estradas e provocou uma parte de mim até então pouco explorada...

Ambos seguem suas vidas sem saberem o quanto foram importantes nesse meu caminhar.

Mas de tudo isso, o mais importante é que estou inteira novamente... e dessa vez eu sei!

“As pessoas feridas são mais perigosas, pois sabem que podem sobreviver.


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